Textos
Ato II: Cratera
Toda vida sugada
De dentro e fora
Corpo e alma
Lamentam agora.
Um lago de lágrimas
Um tormento de dor
A vergonha de si
Morre o auto amor!
Por uma cratera
De fato pequena
Entram delícias
Que a vida condena.
E preso num laço
Um aperto sem fim
O ser se morre
Por pouco enfim.
Docke Lima
Enviado por Docke Lima em 08/03/2026
Alterado em 08/03/2026
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